Direto da Usina
Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

ETH contrata 23 haitianos para trabalho em usina de Goiás

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08/03/2012

Os haitianos estavam refugiados em Brasiléia, no Acre, e foram atraídos ao Brasil pela demanda de mão de obra em função do elevado número de obras civis e de infraestrutura em andamento no país

A ETH Bioenergia, braço do grupo Odebrecht na produção de açúcar, energia e etanol, contratou no início deste mês 23 trabalhadores haitianos para sua usina de Rio Claro (GO). Os haitianos estavam refugiados em Brasiléia, no Acre, e foram atraídos ao Brasil pela demanda de mão de obra em função do elevado número de obras civis e de infraestrutura em andamento no país.

Segundo o diretor de pessoas e sustentabilidade do grupo ETH, Genésio Lemos Couto, o grupo Odebrecht já contratou mais de 400 haitianos para trabalharem em suas obras de energia. "A ETH não poderia ficar de fora dessa ação humanitária do grupo Odebrecht. Disponibilizamos vagas na usina de Rio Claro por oferecer alojamento para esses profissionais", diz.

Esses haitianos têm formação diversificada e muitos são semianalfabetos. Hoje eles trabalham na área administrativa, de plantio, colheita e mecânica. Para facilitar a comunicação, a ETH ofereceu aulas de português e realizou uma integração intercultural para que eles pudessem conhecer um pouco mais sobre o Brasil, os brasileiros e o grupo ETH. "A experiência está sendo muito positiva. Já vencemos a fase da comunicação com gestos e agora conseguimos nos comunicar muito bem. Os haitianos valorizaram a ação da empresa e têm retribuído com comprometimento", finaliza Couto.

Segundo números extra-oficiais, cerca de cinco mil haitianos já entraram no Brasil. Diante dessa forte imigração, o governo brasileiro passou a restringir a emissão de vistos. Desde 2010, cerca de 1.600 vistos foram concedidos e outros 2.400 estão em análise.
Fonte: Udop (União dos Produtores de Bioenergia)

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ETH contrata 23 haitianos para trabalho em usina de Goiás

08/03/2012

A ETH Bioenergia, braço do grupo Odebrecht na produção de açúcar, energia e etanol, contratou no início deste mês 23 trabalhadores haitianos para sua usina de Rio Claro (GO). Os haitianos estavam refugiados em Brasiléia, no Acre, e foram atraídos ao Brasil pela demanda de mão de obra em função do elevado número de obras civis e de infraestrutura em andamento no país.

Segundo o diretor de pessoas e sustentabilidade do grupo ETH, Genésio Lemos Couto, o grupo Odebrecht já contratou mais de 400 haitianos para trabalharem em suas obras de energia. "A ETH não poderia ficar de fora dessa ação humanitária do grupo Odebrecht. Disponibilizamos vagas na usina de Rio Claro por oferecer alojamento para esses profissionais", diz.

Esses haitianos têm formação diversificada e muitos são semianalfabetos. Hoje eles trabalham na área administrativa, de plantio, colheita e mecânica. Para facilitar a comunicação, a ETH ofereceu aulas de português e realizou uma integração intercultural para que eles pudessem conhecer um pouco mais sobre o Brasil, os brasileiros e o grupo ETH. "A experiência está sendo muito positiva. Já vencemos a fase da comunicação com gestos e agora conseguimos nos comunicar muito bem. Os haitianos valorizaram a ação da empresa e têm retribuído com comprometimento", finaliza Couto.

Segundo números extra-oficiais, cerca de cinco mil haitianos já entraram no Brasil. Diante dessa forte imigração, o governo brasileiro passou a restringir a emissão de vistos. Desde 2010, cerca de 1.600 vistos foram concedidos e outros 2.400 estão em análise.

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